Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Junho 19, 2008

RANKING ANOS 2000
(1-20)

Cidade dos Sonhos 2

1
Cidade dos Sonhos
Mullholland Drive, 2001
David Lynch
540 pontos
23 votos
6 poles

“Assim como Twin Peaks, Cidade dos Sonhos foi inicialmente concebido para ser uma série de tv. Porém, mais uma vez os executivos do estúdio não compraram a idéia. Por isso que o filme tem aquele gostinho de Twin Peaks, cheio de personagens que confundem e complicam o enredo. O fato de o filme ter sido finalizado com dinheiro francês e de ter sua estória completada de maneira totalmente diferente do que havia sido planejado por Lynch só aumentou a minha admiração pelo genial cineasta, que de uma obra inacabada conseguiu fazer a sua obra-prima máxima. A culpa e o mistério, a ênfase nos objetos (chaves, telefones, caixas, cortinas) continuam presentes como marca, mas, diferente de John Merrick (O Homem Elefante) e Laura Palmer (Twin Peaks - Os Últimos Dias de Laura Palmer), aqui a protagonista não encontra redenção. A fuga através de um sonho e do auto-esquecimento só funciona até certo momento e logo a verdade vem à tona. Nesse ínterim, somos mergulhados numa atmosfera de sonho e mistérios - alguns deles insolúveis -, numa dimensão ao mesmo tempo assustadora e erótica, romântica e trágica. No final, uma mulher estranha, de cabelos azuis (sendo o azul, sempre a cor do mistério nos filmes de Lynch), pede algo que pode ser encarado, entre outras coisas, como um pedido de respeito à obra: silêncio”(Ailton Monteiro, Diário de um Cinéfilo)

Elefante

2
Elefante *
Elephant, 2003
Gus Van Sant
486 pontos
21 votos
2 poles

“Em Elefante, Gus Van Sant filma a adolescência com o espanto de quem se descobre diante de um mistério. O massacre de Columbine inspirou inúmeras análises sobre o comportamento da juventude norte-americana. Para Van Sant, não há o que explicar. Os atores desse drama nunca se deixarão revelar completamente. Em vez de simplificar, o cineasta dificulta: com uma câmera colada aos personagens, ele os acompanha como quem não quer nada, em corredores de cólegio e atividades do cotidiano. Com os meninos e meninas, caminha silenciosamente de encontro a uma tragédia, filmada com crueza quase insuportável. Difícil sobreviver à seqüência final. Até lá, o cineasta permitirá ao espectador uma experiência mais impactante: o convívio com uma juventude não mais reduzida a estereótipos, tratada com a complexidade que faz por merecer” (Tiago Superoito, Meu Nome Não é Superoito).

Antes do Pôr do Sol

3
Antes do Pôr-do-Sol
Before Sunset, 2003
Richard Linklater
389 pontos
16 votos
1 pole

“Um homem, uma mulher, nove anos depois. Será que poderíamos resumir assim o reencontro entre Celine e Jesse? O casal que se encontrou e desencontrou numa fascinante noite em Viena d’Áustria se reúne novamente em Paris, dessa vez em plena luz do dia. Filmado em longos planos-seqüência, o novo filme deixa de lado o tom onírico que marcou o primeiro filme e cede lugar à experiência acumulada por ambos antes do reencontro. A sensação que temos é que a dupla vai criando o texto no improviso da mesma forma que fazemos, na vida real, ao nos depararmos com um antigo amor. Da troca de olhares inicial na lendária Shakespeare and Company até a seqüência final no apartamento de Celine, a impressão é que tudo pode acontecer. E, se tudo pode acontecer, por que não acreditar que eles finalmente ficarão juntos? Eu acredito…” (Guilherme Lamenha, Perto do Coração Selvagem).

Marcas da Violência

4
Marcas da Violência *
A History of Violence, 2005
David Cronenberg
386 pontos
19 votos
1 pole

“Aparentemente, uma mudança de rumo na filmografia do rei do horror venéreo: nada de metamorfoses corporais, nada de psicoses criando outras realidades. Para além de toda forçação de barra possível, esses temas estão lá, discretos, adormecidos, para serem apreciados depois de sair do cinema. Marcas da Violênica é um dos melhores filmes do diretor, prova de seu talento na construção de personagens, situações e imagens poderosas. Uma delas: nosso herói, exausto pelos dias sem sono, pela estrada até Filadélfia, pela carnificina com a qual foi obrigado conviver de novo e, por fim, pelo peso de ter matado o próprio irmão, vai se lavar à beira do lago da mansão, jogando a arma em suas águas. Nesse momento o filme assume uma dimensão trágica difícil de ser imaginada até então e mesmo a cenografia nouveau riche à beira do lago não deixa de invocar, à meia-luz da aurora de um novo dia, um cenário de tragédia grega. Junto à introdução do filme, à cena do tiroteio no café e à cena do jantar ao final, a prova definitiva de um cineasta no ápice do controle de sua técnica” (Milton do Prado, O Olho de Hochelaga).

Vol. 1

5
Kill Bill: Vol. 1 *
Kill Bill: Vol. 1, 2003
Quentin Tarantino
367 pontos
18 votos
sem poles

“Tarantino eleva ao extremo aquilo que em Pulp Fiction ele redefiniu: a violência usada como entretenimento, tendo o real desvinculado de si mesmo para servir apenas como suporte da estética do ‘cool’, do visualmente bacana e intelectualmente bem sacado. Se Cães de Aluguel e Jackie Brown são habitados por personagens que podemos acreditar que existem fora da tela, Kill Bill está um passo além de Pulp Fiction: se neste John Travolta e Samuel L. Jackson saíram de tramas policiais baratas, ‘A Noiva’ de Uma Thurman e seus adversários saltam diretamente de animês e filmes de luta japoneses, trazendo junto seus universos antigravitacionais, povoados por corpos facilmente decapitáveis e que literalmente esguicham sangue. É uma violência estilizada e absurda, que coloca o espectador a uma distância adequada. E mesmo se você não reconhecer as inúmeras referências e homenagens, dá para ver que toda essa miscelânea foi feita por alguém que é apaixonado por cinema” (Renato Silveira, Cinematório).

Amantes Constantes

6
Amantes Constantes *
Les Amants Réguliers, 2005
Philippe Garrel
301 pontos
14 votos
1 pole

“Se dependesse apenas das cenas de combate entre os estudantes e a polícia francesa, Amantes Constantes já seria inesquecível e daria a perguntar por que Philippe Garrel, com uma filmografia consistente atrás de si, esteve até então inédito em nossas telas. Pela fotografia arrebatadora, os planos grandiosos a revelar a beleza e a ingenuidade das guerrilhas de universitários, em que os ’soldados’ se dividem entre os que incendeiam carros e os que se beijam antes do próximo ataque de pedras na mão. Ou antes da polícia colocar todo mundo para correr por uma Paris em preto-e-branco que vivia o agora. E aí está o porquê de Amantes Constantes ir além da composição desta seqüência inspirada. Porque apresenta os restos de 1968, que chegaram aos meses posteriores aos revolucionários. Não são cacos, esses restos, mas instantes feitos de um tempo parado, uma ressaca de indefinição e letargia. A passagem da embriaguez existencial de 68 para o desconforto passivo de 69, ilustrada por uma música do Kinks, “This Time Tomorrow”, no frenesi de uma festa, é outro presente de um filme de muitos” (Alexandre Carvalho, Na Minha Rolleiflex).

Sobre Meninos e Lobos

7
Sobre Meninos e Lobos **
Mystic River, 2003
Clint Eastwood
284 pontos
15 votos
sem poles

“Filme simples na sua forma de narrar, em que toda a intensidade e complexidade surge a partir do posicionamento dos personagens dentro do espaço coberto pela câmera, da luz que insiste em escurecer rostos e corpos, do desenvolvimento dramático crescente em que o ápice não é o fim, mas o começo. Clint Eastwood faz aqui um atestado dos mais contundentes acerca da violência na sociedade burguesa, um verdadeiro acontecimento cinematográfico em que o classicismo torna-se modernidade na medida em que o diretor se coloca como observador dos fatos, e jamais como juiz ou árbitro. Naquele trio de amigos de infância reside uma tragédia humana que reflete muito do que é ser, essencialmente, um ser vivo, pensante e sujeito às circunstâncias mais dolorosas e angustiantes” (Marcelo Miranda, Impressões Cinéfilas).

Caché

8
Caché *
Caché, 2005
Michael Haneke
282 pontos
14 votos
2 poles

“Instigante. Misteriosas fitas desestabilizando uma família que parecia sólida e feliz. Inteligente. Um filme de metáforas retratando não só ocasal, como a própria França e seus medos escondidos que diariamente tornam-se mais vivos. Intrigante. O meticuloso filme de Haneke causa um mal estar no estômago desde o primeiro instante, a mistura de suspense e drama guarda em suas entrelinhas uma história de xenofobia, e um leve fio de esperança que o cineasta prefere esconder dentro de seu estilo incomodo e desagregador. Perspicaz. Uma obra enriquecedora capaz de abranger tantos dramas da vida contemporânea em minuciosos e pertinentes detalhes. E deixa perguntas (quando na verdade implicitamente oferece suas respostas) para temas urgentes escondidos numa sociedade que crê ser estável” (Michel Simões, Toca do Cinéfilo).

Amor à Flor da Pele

9
Amor à Flor da Pele
Fa Yeung Nin Wa, 2000
Wong Kar-Wai
280 pontos
14 votos
sem poles

“Com Amor à Flor da Pele, o cineasta Wong Kar-Wai estabelece uma nova maneira de fazer cinema, onde a expressividade das cores e sons, acompanhado de seu modo ímpar de captar cenas e seqüências, cria a atmosfera inebriante de um romance bastante tradicional elevado a um patamar poucas vezes alcançado. A predileção pelos fades, pelo ’slow motion’ e pela câmera que abandona seus personagens para registrar somente o imprescindível, traduzem o que de fato se busca: a sugestão. A partir disso, o que se vê é alguém registrando seu nome na história ao criar um manifesto de paixão à sétima arte, o verdadeiro poema filmado, cujas imagens, de tão belas que surgem na tela, custam a sair da cabeça” (Hudson Dalbem, Epílogo).

Encontros e Desencontros

10
Encontros e Desencontros **
Lost in Translation, 2003
Sofia Coppola
267 pontos
12 votos
1 pole

“Me parece meio que uma versão filmada de um bom disco do My Bloody Valentine - e não à toa Sofia Coppola chamou Kevin Shields, guitarrista da banda, para fazer a trilha sonora (e aí nos entregou a linda City Girl): é introspectivo, de ritmo lento e com uma atmosfera acolhedora, mágica mesmo (pronto, é o Loveless). Impressiona também como Coppola consegue aproveitar toda a fotogenia de Tóquio, cidade que acaba virando personagem, embalando em melancolia essa história de amor das mais puras e singelas. Há um grande número de seqüencias memoráveis (a cena do karaokê ou a sequencia ao som de Sometimes, do My Bloody Valentine, por exemplo), mas certamente a que mais merece destaque é aquela do final, já clássica, com Just Like Honey e um sussurro que diz muito, encerrando com perfeição este que é um dos grandes filmes dos anos 2000″ (Rodrigo Pierre, ToLtal Trash).

Sangue Negro

11
Sangue Negro
There Will Be Blood, 2007
Paul Thomas Anderson
250 pontos
10 votos
1 pole

“Numa trajetória cinematográfica relativamente curta, PT Anderson fez um dos melhores e mais sombrios filmes deste início de século, tão repleto de incertezas como os 10 minutos iniciais de silêncio e suspense em que o diretor mergulha num poço escuro seu personagem Daniel Plainview e todos nós, espectadores. Plainview tem uma alma tão dura e escura quanto o solo onde ele vislumbra o ouro negro. Sangue Negro orquestra uma sucessão de surpresas, cuja grandiosidade nos leva a pensar no maestro que está por trás de tudo aquilo. Além das atuações brilhantes de Day-Lewis e Paul Dano, da direção e do roteiro, a fotografia, em que a luz solar refletida na paisagem contrasta com a sombra dos operários do petróleo em trabalho, e a trilha sonora de Jonny Greenwood, extremamente perturbadora e eficiente, evidenciam a ambição de um cinema inteligente e de forte impacto, repleto de sensações e quase inenarrável pelo espectador” (Eduardo Miranda, Mira!).

Não Estou Lá

12
Não Estou Lá
I’m Not There, 2007
Todd Haynes
240 pontos
11 votos
1 pole

Não Estou Lá é o tipo de obra que se impõe de um modo muito particular. Poderia ser simplesmente por tratar da vida de um dos maiores mitos do século XX, Bob Dylan, mas é muito mais do que isso. Apesar das inúmeras referencias a Dylan, incluindo aí o uso em quase todas as cenas de alguma música de sua autoria, em todos momentos Haynes se abre a novas reflexões, criando um filme sobre a humanidade em geral, sobre as várias faces de uma pessoa em constante mutação, e em conflito com si. É mais um filme sobre o autor do estudo do que sobre o objeto. A direção transforma idéias mirabolantes em planos geniais, e a montagem faz estes planos se completarem de tal maneira que poucas vezes se viu no cinema. Resumindo em uma única frase: É o tipo de filme que eu quero fazer quando crescer” (Mateus Nagime, Cinema Mon Amour).

Um Filme Falado

13
Um Filme Falado *
Um Filme Falado, 2003
Manoel de Oliveira
236 pontos
11 votos
1 pole

“Mãe e filha partem de Lisboa em um cruzeiro rumo a Bombaim. Ao atravessar o oceano, a mãe - que é professora de história - espera visitar os lugares (França, Itália, Grécia, Egito, Turquia e Iêmen) que conhece na teoria. À medida que vai respondendo às perguntas da filha, ela dá uma aula sobre as grandes civilizações. Em cada parada, novas histórias, novos hóspedes e mais descobertas sobre a natureza humana. Manoel de Oliveira faz um filme grandioso, sem um senão sequer. Texto primoroso, imagens belíssimas, elenco internacional afiado - com destaque para Leonor Silveira e a pequena Filipa de Almeida - e um final de cair o queixo” (Demas, Cine Dema(i)s).

O Novo Mundo

14
O Novo Mundo **
The New World, 2005
Terrence Malick
227 pontos
11 votos
1 pole

“Descobrir um novo mundo no cinema parecia tarefa impossível neste novo milênio. Era como se tudo já tivesse sido mostrado, de todas as formas e conteúdos imagináveis. Até você abrir os olhos para O Novo Mundo. A maior proeza, dentre as várias alcançadas por Malick, é justamente a de nos permitir um olhar virgem diante de tudo que achávamos incapaz de surpreender, de parecer novo, original e belo. A natureza na América, a realeza na Europa, os olhos de cá para lá e de lá para cá. Tudo tão inédito que até dói. Dói nos olhos, nos ouvidos, na mente, no coração. Dói porque nos leva à imersão, nos fazendo esquecer que estamos diante de um filme. E então não nos vemos mais diante, mas dentro; dentro de um novo mundo, com todos os desdobramentos e contradições e intolerâncias e mais todas as nossas emoções represadas vazando por frestas de nós mesmos como feridas abertas. Ou como epifanias inesperadas e, ao mesmo tempo, tão aguardadas” (William Wilson, MegaZona).

Reis e Rainha

15
Reis e Rainha
Rois et Reine, 2004
Arnaud Desplechin
212 pontos
10 votos
1 pole

“Um filme com 150 minutos, feito em cinemascope e com traços que emulam caracteristícas da nouvelle vague. Arnaud Desplechin poderia ter feito um trabalho inflado e desajeitado, mas o que vemos em Reis e Rainha é um trabalho leve, que parece flutuar. É um épico familiar, com momentos dramáticos extremamente amargos (a carta do pai), mas possuindo um lado cômico que não é mero alívio, pois se encaixa com perfeita naturalidade dentro da trama, e a atuação de Mathieu Almaric, fenomenal, certamente contribui para isso. O elenco, aliás, tem uma força enorme e Desplechin parece deixar seus atores bem livres para atuar (além de Almaric, Emmanuele Devos também está sensacional). O grande filme da década até agora” (Paulo Eduardo, Loged).

Embriagado de Amor

16
Embriagado de Amor
Punch-Drunk Love, 2002
Paul Thomas Anderson
202 pontos
9 votos
2 poles

“Um acidente na estrada, e surge na rua um órgão parecido com um piano. Barry Egan se aproxima daquele instrumento, olha para ele no meio da rua, o segura e leva correndo desesperadamente para seu escritório. Tão subitamente quanto esse piano surge no começo do filme, surge na vida de Barry o amor de sua vida, encarnado aqui pela bela Emily Watson. É esse amor que transformará Barry - e nem suas irmãs ou um telefonema mal sucedido para o tele-sexo farão esse protagonista desistir do amor. Aos poucos, ele começa a entender o seu piano, e a compreender melhor como lidar com sua Emily Watson. Na cena final, Barry Egan já toca seu piano conforme a trilha sonora do filme, Emily Watson chega, abraça Barry e “so here we go”. Embriagado de Amor é uma obra que tenta resumir o amor. Um algo inexplicável, assim como o porquê do terno azul que Barry Egan veste o filme inteiro” (Christopher Faust, Christophilmes).

A Última Noite

17
A Última Noite *
The 25th Hour, 2002
Spike Lee
201 pontos
9 votos
1 pole

“Há quem diga que este é seu melhor filme, por mais irônico que seja, também é um dos seus filmes “brancos”. A Ultima Noite retrata uma pungente ressaca do pós-11 de Setembro de maneira muito intimista. Nesta adaptação do romance de David Benioff, Monty (Edward Norton) salva um cão dos escombros e este ponto o faz repensar sua vida de traficante para máfia russa. Exatamente no dia que resolve deixar “seu negócio”, é capturado pela polícia sob forte indício de ter sido entregue por alguém muito próximo. Nestes momentos o filme ganha peso: sua desconfiança de quem possa tê-lo entregue e suas últimas 24 horas de liberdade para curtir com os amigos. Além da belissima trilha de Terence Blanchard, há pelo menos três momentos memoráveis no filme, como suas acusações em tom de desabafo frente ao espelho; quando pede para os melhores amigos que ganhe hematomas no rosto para impor respeito aos outros detentos e a despedida de sua mulher no hall de sua casa: - a mulher cuidando de suas feridas, o pai esperando no batente da porta com as bagagens, tudo é tão crível como desesperador no cerco do tempo que acaba. Aqui percebe-se que Spike Lee soube transportar pro cinema e criar uma béla mise-en-cene do choro mais humilde norte americano, mais precisamente nova-iorquino” (Vebis Jr., Mentiras e Verdades).

Dogville

18
Dogville *
Dogville, 2003
Lars Von Trier
198 pontos
9 votos
1 pole

“À época do lançamento, as críticas sobre Dogville deslumbravam-se com seu libelo anti-americano e com a polêmica fomentada por um Lars Von Trier que espumava pela boca ao falar do país que ele, orgulhosamente, nunca visitou. Cinco anos e uma nova (e fracassada) administração Bush depois, o suposto anti-americanismo da produção já não impressiona ninguém. Dogville não existe mesmo para chutar cachorros mortos. Muito mais um tour de force estético sobre o papel de um diretor de cinema do que um panfleto anti-Bush, a obra-prima de Von Trier ainda revela camadas a cada vez que é revisitada e descortina ao mundo parte da personalidade egocêntrica do dinamarquês. A ausência de cenários põe a suspensão da descrença em cheque, mas a força divina do diretor - sacramentada mais adiante, em As Cinco Obstruções - faz todo mundo acreditar, por 3 horas, em portas e paredes invisíveis. Dogville, visto hoje, é muito mais um filme sobre Lars Von Trier do que qualquer outra coisa. É arrogante e prepotente, mas também é genial. Nicole Kidman que o diga (Diego Maia, Egolog)”.

Fale com Ela

19
Fale com Ela
Hable com Ella, 2002
Pedro Almodóvar
180 pontos
9 votos
sem poles

“Fale com Ela é sangue, sexo, lágrimas, violência, superação, morte, e, sobretudo, amor. Para Almodóvar, em um equilíbrio talvez inédito em seu cinema entre o trágico e o cômico, entre o ordinário e o sublime, o amor se tornou mais importante do que o desejo. O amor como a mais bela das patologias. As mulheres, apesar de fortes, são colocadas em coma para que dois homens de sensibilidade quase feminina tomem conta do drama. E os personagens se abrem para um entendimento mais amplo de seus comportamentos. Benigno transa com sua paciente em coma e a conseqüente gravidez a faz sair do estado vegetal; e Marco, o verdadeiro protagonista do longa, aprende a amar desesperadamente. Um filme do tamanho do mundo” (Julio Bezerra, Cinekinos).

Onde os Fracos Não Têm Vez

20
Onde os Fracos Não Têm Vez
No Country for Old Men, 2007
Joel e Ethan Coen
174 pontos
9 votos
sem poles

“No deserto americano, outrora terra de caubóis, corpos e uma mala com muito dinheiro. Um caçador, veterano do Vietnã, que a encontra. Um assassino cruel, um demônio de preto e olhar vazio, tal qual o Mammon bíblico, que o persegue implacavelmente em um embate dos mais tensos e eletrizantes. E um perplexo xerife que segue no encalço dos dois, mas que se vê impotente diante de um mundo onde a violência se torna cada vez mais banal e sem sentido. No meio deles, muitos cadáveres. Linha por linha, o enxuto romance de Cormac McCarthy é transposto com limpidez e minimalismo pelos irmãos Coen, que, como no magistral Fargo, cuidaram também de injetar nesta obra-prima seu senso de humor peculiar, mesmo diante das terríveis carnificinas mostradas. Prevalece, porém, neste crepuscular western moderno, um tom pessimista, expresso ao final pelo olhar resignado no enrugado e melancólico rosto do xerife, ao narrar para a esposa um enigmático sonho interrompido, prenúncio de que tempos ainda mais sombrios estão por vir. Um mundo onde tudo tende a piorar, sem dúvida; menos o cinema dos Coen. Estes, aqui mais geniais do que nunca” (David Medeiros, Blog of Snobs).

* filmes que concorreram ao Alfred de melhor filme
** filmes que ganharam o Alfred de melhor filme

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Junho 19, 2008

RANKING ANOS 2000
(do 21 ao 50)

21 Mal dos Trópicos (Apichatpong Weerasethakul, 2004)
172 pontos - 7 votos - 1 pole

22 O Segredo de Brokeback Mountain ** (Ang Lee, 2005)
169 pontos - 9 votos - 1 pole

23 Menina de Ouro ** (Clint Eastwood, 2004)
167 pontos - 8 votos - 1 pole

24 Império dos Sonhos * (David Lynch, 2006)
163 pontos - 7 votos - 1 pole

25 Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças * (Michel Gondry, 2003)
157 pontos - 6 votos - 1 pole

26 As Horas (Stephen Daldry, 2002)
142 pontos - 6 votos - 1 pole

27 A Viagem de Chihiro * (Hayao Miyazaki, 2001)
138 pontos - 7 votos - sem poles

28 Medos Privados em Lugares Públicos * (Alain Resnais, 2006)
137 pontos - 8 votos - sem poles

29 O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei * (Peter Jackson, 2003)
137 pontos - 6 votos - 1 pole

30 O Céu de Suely (Karim Aïnouz, 2006)
130 pontos - 5 votos - sem poles

31 Os Excêntricos Tenenbaums (Wes Anderson, 2001)
127 pontos - 7 votos - sem poles)

32 Gangues de Nova York * (Martin Scorsese, 2002)
126 pontos - 5 votos - sem poles)

33 Cidade de Deus (Fernando Meirelles e Kátia Lund, 2002)
123 pontos - 6 votos - sem poles

34 Os Donos da da Noite (James Gray, 2007)
120 pontos - 6 votos - sem poles

35 Dolls (Takeshi Kitano, 2002)
116 pontos - 6 votos - sem poles

36 Dez (Abbas Kiarostami, 2002)
115 pontos - 5 votos - 1 pole

37 Kill Bill: Vol. 2 (Quentin Tarantino, 2004)
114 pontos - 6 votos - sem poles

38 Lady Chatterley (Pascael Ferran, 2006)
112 pontos - 6 votos - sem poles

39 A. I. - Inteligência Artificial (Steven Spielberg, 2001)
108 pontos - 5 votos - 1 pole

40 O Signo do Caos (Rogério Sganzerla, 2003)
106 pontos - 4 votos - sem poles

41 O Pântano (Lucrecia Martel, 2001)
104 pontos - 5 votos - sem poles

42 As Coisas Simples da Vida (Edward Yang, 2000)
104 pontos - 4 votos - sem poles

43 O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (Peter Jackson, 2001)
103 pontos - 5 votos - sem poles

44 A Vila (M. Night Shyamalan, 2004)
102 pontos - 5 votos - sem poles

45 Quase Famosos (Cameron Crowe, 2000)
100 pontos - 5 votos - sem poles

46 Maria * (Abel Ferrara, 2005)
99 pontos - 5 votos - sem poles

47 Santiago (João Moreira Salles, 2007)
98 pontos - 4 votos - sem poles

48 Lavoura Arcaica (Luiz Fernando Guimarães, 2001)
95 pontos - 5 votos - sem poles

49 Adeus, Dragon Inn (Tsai Ming-Liang, 2005)
91 pontos - 4 votos - sem poles

50 Clean (Olivier Assayas, 2004)
90 pontos - 5 votos - sem poles)

* filmes que concorreram ao Alfred de melhor filme
** filmes que ganharam o Alfred de mrlhor filme

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Junho 16, 2008

RANKING DE ABRIL

O principal destaque do ranking de abril, onde 35 filmes foram avaliados por 80% da Liga é que nenhum deles recebeu uma nota zero sequer. Apesar disso, o mês de abril foi um dos mais fracos do ano (média 5,58), só emplacando Falsa Loura entre os melhores de 2008 e desqualificando outras 22 películas do pleito por falta de amostragem mínima. Apenas Uma Vez e Shine A Light completam o podium, mas aparecem apenas como 13º e 14º filmes do ano. Um mês vagaroso, típico de entresafra de cinema que começa a se preparar para os blockbusters de verão americano. Por falar neles, Homem de Ferro (8º filme do mês) foi o mais popular, visto por mais da metade da Liga.


Falsa Loura | Carlos Reichenbach

“O diretor alterna o tom dentro de um mesmo filme, que ora traz seqüências que beiram a chanchada e ora se torna de um lirismo digno de mestres como Valerio Zurlini, referência confessa de Reichenbach.”

Alexandre Carvalho | Na Minha Rolleiflex

Ranking Do Mês (*)

1 (5) Falsa Loura | Carlos Reichenbach - 8,24
2 (13) Apenas Uma Vez | John Carney - 7,63
3 (14) Shine A Light | Martin Scorsese - 7,56
4 (15) O Sol | Alexandr Sokúrov - 7,54
5 (18.) Um Beijo Roubado | Wong Kar-Wai - 7,47
6 (21) O Sonho de Cassandra | Woody Allen - 7,08
7 (22) Estômago | Marcos Jorge - 7,00
8 (24) Homem de Ferro | Jon Favreau - 6,93
9 (29) Como Eu Festejei O Fim Do Mundo | Catalin Mitulescu - 6,50
10 (30) Zona do Crime | Rodrigo Plá - 6,50
11 (31) Pecados Inocentes | Tom Kalin - 6,46
12 (40) Quebrando A Banca | Robert Luketic - 5,86
13 (45) Fôlego | Kim Ki-Duk - 5,50

*Posição (Posição No Ano) Filme | Diretor - Nota

Filmes Abaixo Da Amostragem De 20%

– (–) Três Vezes Amor | Adam Brooks - 6,92
– (–) Romance do Vaqueiro Voador | Manfredo Caldas - 6,50
– (–) Meu Nome É Taylor, Drillbit Taylor | Steven Brill - 5,83
– (–) Os Reis da Rua | David Ayer - 5,67
– (–) Maré, Nossa História de Amor | Lúcia Murat - 5,38
– (–) Otávio e As Letras | Marcelo Masagão - 5,25
– (–) Um Plano Brilhante | Michael Radford - 5,25
– (–) Um Sonho Dentro De Um Sonho | Anthony Hopkins - 5,17
– (–) Encurralados | Mike Barker - 5,13
– (–) A Vida Começa Aos 40 | Colin Nutley - 5,00
– (–) Condor | Roberto Mader - 5,00
– (–) Maratona do Amor | David Schwimmer - 5,00
– (–) Super Herói - O Filme | Craig Mazin - 5,00
– (–) Loucas Por Amor, Viciadas Por Dinheiro | Callie Khouri - 4,50
– (–) Desonra | Masahiro Kobayashi - 4,29
– (–) Awake - A Vida Por Um Fio | Joby Harold - 3,00
– (–) Treinando O Papai | Andy Fickman – 3,00
– (–) Viva Zapatero! | Sabina Guzzanti - 3,00
– (–) Uma Chamada Perdida | Eric Vallette - 2,57
– (–) Imagens Do Além | Masayuki Ochiai - 2,50
– (–) Hannah Montana E Miley Cyrus | Bruce Hendricks – Sem Nota
– (–) O Longo Amanhecer | José Mariani – Sem Nota


Apenas Uma Vez | John Carney

“Pode existir um problema ou outro de ritmo em algumas cenas musicais demasiadamente longas, mas o filme tem uma leveza tão boa (lembrando algumas vezes Antes do Amanhecer), que é difícil não gostar. São personagens do dia-a-dia, que sabemos que existem do lado de cá da tela. Há muito com o que se identificar ali.”

Renato Silveira | Cinematório

Rankings Alternativos

Filme Mais Popular: Maior Amostragem
Homem de Ferro | Jon Favreau (55%)

Filme “Ame Ou Deixe”: Maior Diferença Entre Maior E Menor Nota (Empate)
Um Beijo Roubado | Wong Kar-Wai (8 Pts)
Estômago | Marcos Jorge (8 Pts)

Filme Mais Amado: Maior Ocorrência De Notas 10
Falsa Loura | Carlos Reichenbach (3x)

Filme Mais Odiado: Maior Ocorrência De Notas 0
não houve

Filme Mais Polêmico: Maior Desvio Médio
Otávio e As Letras | Marcelo Masagão (+/- 2,3)


Shine A Light | Martin Scorsese

“Scorsese quer as rugas dos Stones estampadas na tela, em cada plano. Como qualquer um, o diretor se impressiona com esses velhos que ainda fazem shows muito mais energéticos que muitos jovens que existem por aí.”

Christopher Faust | Christophilmes

Ranking Do Ano (**)

1 (1) Onde Os Fracos Não Têm Vez | Ethan Coen E Joel Coen - Fev - 8,65
2 (2) Não Estou Lá | Todd Haynes - Mar - 8,50
3 (3) Sangue Negro | Paul Thomas Anderson - Fev - 8,32
4 (4) A Espiã | Paul Verhoeven - Jan - 8,30
5 (-) Falsa Loura | Carlos Reichenbach - Abr - 8,24
6 (5) Serras da Desordem | Andrea Tonacci - Mar - 8,15
7 (6) Senhores Do Crime | David Cronenberg - Fev - 8,05
8 (7) 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias | Cristian Mungiu - Jan - 7,95
9 (8.) Paranoid Park | Gus Van Saint - Jan - 7,93
10 (9) Persépolis | Marjane Satrapi - Fev - 7,81

**Posição Atual (Posição Anterior) Filme | Diretor - Mês De Lançamento - Nota

McF é composto por Marfil, Christopher Faust e Filipe Furtado.

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Junho 12, 2008

McF apresenta
RANKING DE MARÇO

De ressaca do Oscar e do Alfred, o cinema nacional se aproveitou da baixa temporada de filmes para emplacar seu primeiro pódium do ano. Serras Da Desordem conseguiu um (merecido) segundo lugar só perdendo para a apoteótica biografia de Bob Dylan com Não Estou Lá. O filme do mês foi o mais visto e o que mais colecionou notas 10 do ano. Tanto louvor levou a fita de Toddy Haynes ao segundo lugar no ranking de 2008. Em terceiro, fechando o quadro, surge o suspense espanhol O Orfanato. Lembrando que 73% da Liga votaram nos 30 filmes que estrearam nesse atípico mês com média de 5,5.


Não Estou Lá | Todd Haynes

“O jogral de avatares-Dylan do filme é o grande conceito de Todd Haynes, aquele momento eureka que cineastas que vivem de idéias adorariam encontrar.

Filipe Furtado | ANOTAÇÕES DE UM CINÉFILO

Ranking Do Mês (*)

1 (2) Não Estou Lá | Todd Haynes - 8,50
2 (5) Serras da Desordem | Andrea Tonacci - 8,15
3 (14) O Orfanato | Juan Antonio Bayona - 7,38
4 (16) Sicko - SOS Saúde | Michael Moore - 6,96
5 (18.) A Família Savage | Tamara Jenkins - 6,83
6 (22) Chega de Saudade | Laís Bodanzky - 6,29
7 (24) O Banheiro do Papa | César Charlone E Enrique Fernández - 6,16
8 (26) 2 Dias em Paris | Julie Delpy - 6,00
9 (27) Irina Palm | Sam Garbarski - 5,97
10 (28.) Cada Um Com Seu Cinema | Vários Diretores - 5,88
11 (30) Angel | François Ozon - 5,74
12 (31) Traídos Pelo Destino | Terry George - 5,73
13 (37) Jumper | Doug Liman - 4,95
14 (40) Ponto de Vista | Pete Travis - 4,74
15 (43) 10000 AC | Roland Emmerich - 2,23

*Posição (Posição No Ano) Filme | Diretor - Nota

Filmes Abaixo Da Amostragem De 20%

– (–) Horton e o Mundo dos Quem! | Jimmy Hayward E Steve Martino - 7,75
– (–) Juízo | Maria Augusta Ramos - 7,44
– (–) Desaparecidos | Marco Kreuzpaintner - 7,00
– (–) O Sinal | Ricardo Darín E Martin Hodara - 6,83
– (–) As Crônicas de Spiderwick | Marc Waters - 6,50
– (–) À Procura de Vingança | David Von Ancken - 6,25
– (–) Delírios | Tom Dicillo - 5,94
– (–) A Morte de George W. Bush | Gabriel Range - 5,75
– (–) Atos que Desafiam A Morte | Gillian Armstrong - 5,33
– (–) Um Amor de Tesouro | Andy Tennant - 3,67
– (–) Particulas Elementares | Oskar Roehler - 3,20
– (–) O Olho do Mal | David Moreau E Xavier Palud - 2,58
– (–) Em Pé De Guerra | Craig Gillespie - 2,50
– (–) Fim Da Linha | Gustavo Steinberg - 1,67
– (–) Paixão Proibida | François Girard - 1,00

Serras Da Desordem | Andrea Tonacci

Serras Da Desordem é um filme único, desses que você nunca vai absorver completamente. Um filme que justifica a máxima de que cinema é a arte que promove o encontro de outras artes.”

Sérgio Alpendre | CHIPHAZARD

Rankings Alternativos

Filme Mais Popular: Maior Amostragem
Não Estou Lá | Todd Haynes (61%)

Filme “Ame Ou Deixe”: Maior Diferença Entre Maior E Menor Nota (Empate)
Chega de Saudade | Laís Bodanzky (9 Pts)
Irina Palm | Sam Garbarski (10 Pts)

Filme Mais Amado: Maior Ocorrência De Notas 10
Não Estou Lá | Todd Haynes (8x)

Filme Mais Odiado: Maior Ocorrência De Notas 0
10000 AC | Roland Emmerich (2x)

Filme Mais Polêmico: Maior Desvio Médio
Particulas Elementares | Oskar Roehler (+/- 2,0)


O Orfanato | Juan Antonio Bayona

“Quando O Orfanato abre mão do conto de assombração e abraça fortemente o drama da mãe em busca do filho desaparecido, o filme cresce em dramaticidade, consistência e tensão.”

Paulo Jr. | Baú de Filmes

Ranking Do Ano (**)

1 (1) Onde Os Fracos Não Têm Vez | Ethan Coen E Joel Coen - Fev - 8,65
2 (-) Não Estou Lá | Todd Haynes - Mar - 8,50
3 (2) Sangue Negro | Paul Thomas Anderson - Fev - 8,32
4 (3) A Espiã | Paul Verhoeven - Jan - 8,30
5 (-) Serras da Desordem | Andrea Tonacci - 8,15
6 (4) Senhores do Crime | David Cronenberg - Fev - 8,05
7 (5) 4 Meses, 3 Semanas E 2 Dias | Cristian Mungiu - Jan - 7,95
8 (6) Paranoid Park | Gus Van Saint - Jan - 7,93
9 (7) Persépolis | Marjane Satrapi - Fev - 7,81
10 (8.) Na Natureza Selvagem | Sean Penn - Fev - 7,78

**Posição Atual (Posição Anterior) Filme | Diretor - Mês De Lançamento - Nota

McF é composto por Marfil, Christopher Faust e Filipe Furtado.

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Junho 10, 2008

McF apresenta

RANKING DE DE FEVEREIRO

A exemplo do Oscar, do Productors Guild, do Directors Guild, do National Board of Review e mais 15 associações de crítica estrangeira, a Liga dos Blogues Cinematográficos elege Onde Os Fracos Não Têm Vez como melhor filme de fevereiro e melhor filme do ano até agora. Sangue Negro e Senhores do Crime fecham o pódium depois de uma disputa acirrada com Sweeney Todd que na reta final despencou no ranking e fecha em sexto. 80% da Liga votou e os mesmos 80% viram o filme dos irmãos Coen. 25 filmes foram avaliados nesse mês com média geral de 5,99.


Onde Os Fracos Não Têm Vez | Ethan Coen & Joel Coen

Onde Os Fracos Não Têm Vez é a coroação de Ethan Coen & Joel Coen, o ápice do trabalho dos irmãos e, de certa forma, um filme-síntese de tudo o que fizeram até agora, onde a violência é a protagonista absoluta que se revela incômoda, poderosa e capaz de mexer profundamente com o espectador..”
Wallace Guedes | CRÔNICAS CINÉFILAS

Ranking do Mês (*)
1 (1) Onde Os Fracos Não Têm Vez | Ethan Coen & Joel Coen - 8,65
2 (2) Sangue Negro | Paul Thomas Anderson - 8,32
3 (4) Senhores do Crime | David Cronenberg - 8,05
4 (7) Persépolis | Marjane Satrapi - 7,81
5 (8.) Na Natureza Selvagem | Sean Penn - 7,78
6 (9) Sweeney Todd | Tim Burton - 7,73
7 (11) Os Indomáveis | Mangold - 7,50
8 (12) XXY | Lucía Puenzo - 7,16
9 (13) Juno | Jason Reitman - 6,92
10 (15) Cloverfield: Monstro | Matt Reeves - 6,70
11 (17) Jogos do Poder | Mike Nichols - 6,23
12 (23) Antes de Partir | Rob Reiner - 5,12
13 (25) Elizabeth: A Era De Ouro | Shekhar Kapur - 4,91
14 (26) Rambo IV | Sylvester Stallone - 4,82
15 (27) A Era Da Inocência | Denys Arcand - 4,57

Filmes Abaixo Da Amostragem De 20%
– (–) Ao Lado Da Pianista | Denis Dercourt - 6,83
– (–) Vestida Para Casar | Aline Brosh Mackenna - 5,69
– (–) Meu Monstro De Estimação | Jay Russell - 5,38
– (–) Todos Contra Zucker | Dani Levy - 5,25
– (–) Polaróides Urbanas | Miguel Falabella - 4,88
– (–) O Som do Coração | Kirsten Sheridan - 4,86
– (–) Maldita Sorte | Mark Helfrich - 4,00
– (–) Sexo Com Amor? | Wolf Maya - 2,50
– (–) Espartalhões | Jason Friedberg E Aaron Seltzer - 2,00
– (–) Velocidade Sem Limites | Andy Cheng – Sem Nota


Sangue Negro | Paul Thomas Anderson

“Numa história onde o exagero domina, onde a escolha é ser radical, onde o risco é assumido sem culpa. Em sua exaltação ao excesso, Paul Thomas Anderson fez seu melhor filme.”
Chico Fireman | FILMES DO CHICO

Rankings Alternativos
Filme Mais Popular: Maior Amostragem
Onde Os Fracos Não Têm Vez | Ethan Coen E Joel Coen (80%)
Filme “Ame Ou Deixe”: Maior Diferença Entre Maior e Menor Nota
Na Natureza Selvagem | Sean Penn (10 Pts)
Filme Mais Amado: Maior Ocorrência De Notas 10
Onde Os Fracos Não Têm Vez | Ethan Coen E Joel Coen (6x)
Filme Mais Odiado: Maior Ocorrência De Notas 0 (Empate)
Rambo IV | Sylvester Stallone (2x)
A Era da Inocência | Denys Arcand (2x)
Filme Mais Polêmico: Maior Desvio Médio
A Era da Inocência | Denys Arcand (+/- 2,3)


Senhores do Crime | David Cronenberg

Senhores do Crime é um filme genial, repleto de assassinatos, mentiras e vingança, marcado por um roteiro cheio de reviravoltas e uma atuação brilhante de Mortensen.
Marfil | Spoiler

Ranking Do Ano (**)
1 (-) Onde Os Fracos Não Têm Vez | Ethan Coen E Joel Coen - Fev - 8,65
2 (-) Sangue Negro | Paul Thomas Anderson - Fev - 8,32
3 (1) A Espiã | Paul Verhoeven - Jan - 8,30
4 (-) Senhores do Crime | David Cronenberg - Fev - 8,05
5 (2) 4 Meses, 3 Semanas E 2 Dias | Cristian Mungiu - Jan - 7,95
6 (3) Paranoid Park | Gus Van Saint - Jan - 7,93
7 (-) Persépolis | Marjane Satrapi - Fev - 7,81
8 (-) Na Natureza Selvagem | Sean Penn - Fev - 7,78
9 (-) Sweeney Todd | Tim Burton - Fev - 7,73
10 (4) Desejo e Reparação | Joe Wright - Jan - 7,50

*Posição (Posição No Ano) Filme | Diretor - Nota
**Posição Atual (Posição Anterior) Filme | Diretor - Mês De Lançamento - Nota

McF é composto por Marfil, Christopher Faust e Filipe Furtado.

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Junho 2, 2008

McF apresenta:
RANKING DE JANEIRO

Com quatro meses de atraso e sob novo comando, a Liga dos Blogues Cinematográficos volta a se reunir para reconhecer o holandês A Espiã como melhor filme de Janeiro. O pleito que reuniu 76% da Liga só foi definido na reta final, quando o vencedor da Palma de Ouro em Cannes 2007, 4 Meses 3 Semanas e 2 Dias deixou a liderança para ocupar o segundo posto. Paranoid Park do indicado ao Alfred 2004 por Elefante, Gus Van Sant sempre esteve entre os três primeiros e fecha a trinca de janeiro. 23 filmes foram avaliados nesse mês com média geral de 5,65.


A Espiã | Paul Verhoeven

“Como é bom ver novamente, depois de quase oito anos, um filme de Paul Verhoeven no cinema. Principalmente quando se trata de um trabalho tão prazeroso, empolgante e cheio de reviravoltas.”
Ailton Monteiro | Diário de um Cinéfilo

Ranking Do Mês (*)
1 (1) A Espiã | Paul Verhoeven - 8,30
2 (2) 4 Meses, 3 Semanas E 2 Dias | Cristian Mungiu - 7,95
3 (3) Paranoid Park | Gus Van Saint - 7,93
4 (4) Desejo E Reparação | Joe Wright - 7,50
5 (5) Eu Sou A Lenda | Francis Lawrence - 6,74
6 (6) O Gângster | Ridley Scott - 6,30
7 (7) Coisas Que Perdemos Pelo Caminho | Susanne Bier - 6,13
8 (8.) O Signo da Cidade | Carlos Alberto Riccelli - 5,81
9 (9) O Diário de uma Babá | Shari Springer Berman - 5,64
10 (10) O Suspeito | Gavin Hood - 5,44
11 (11) Meu Nome Não É Johnny | Mauro Lima - 5,31
12 (12) O Caçador De Pipas | Marc Forster - 4,97
13 (13) P.S. Eu Te Amo | Richard Lagravenese - 4,31

Filmes Abaixo Da Amostragem De 20%
– (–) Garoto Cósmico | Alê Abreu - 6,50
– (–) A Quase Verdade | Sam Karmann - 5,50
– (–) P2 - Sem Saída | Franck Khalfoun - 5,33
– (–) Alvin E Os Esquilos | Tim Hill - 5,00
– (–) A Lenda Do Tesouro Perdido – Livro Dos Segredos | Jon Turteltaub - 5,00
– (–) Mulheres Sexo Verdades Mentiras | Euclydes Marinho - 4,50
– (–) Allegro | Christoffer Boe - 4,33
– (–) Aliens Vs. Predador 2 | Colin & Greg Strauss - 2,88
– (–) Os Seis Signos Da Luz | David L. Cunningham - 2,83
– (–) Unidos Pelo Sangue | Thom Fitzgerald - Sem Nota


4 Meses, 3 Semanas E 2 Dias | Cristian Mungiu

4 meses, 3 semanas e 2 dias é um grande filme pois consegue sucesso em muitas frentes, conseguindo andar sobre várias cordas-bambas sem nunca cair. Consegue expor uma questão polêmica sem assumir posição clara, é impactante e incisivo sem ser gratuito, e atinge na carne o espectador, que jamais será capaz de esquecer o filme.”
Marcelo Rennó | Movieland

Rankings Alternativos
Filme Mais Popular: Maior Amostragem (Empate)
Paranoid Park | Gus Van Saint (71%)
Desejo E Reparação | Joe Wright (71%)
Filme “Ame Ou Deixe”: Maior Diferença Entre Maior E Menor Nota (Empate)
O Gângster | Ridley Scott (9 Pts)
O Caçador De Pipas | Marc Forster (9 Pts)
Pior Filme: Menor Nota Média
Os Seis Signos Da Luz | David L. Cunningham - 2,83
Filme Mais Amado: Maior Ocorrência De Notas 10 (Empate)
4 Meses, 3 Semanas E 2 Dias | Cristian Mungiu (5x)
Desejo E Reparação | Joe Wright (5x)
Filme Mais Odiado: Maior Ocorrência De Notas 0 (Empate)
O Gângster | Ridley Scott (1x)
O Caçador De Pipas | Marc Forster (1x)
P.S. Eu Te Amo | Richard Lagravenese (1x)
Filme Mais Polêmico: Maior Desvio Médio (Empate)
P.S. Eu Te Amo | Richard Lagravenese (+/- 1,9)
O Signo Da Cidade | Carlos Alberto Riccelli (+/- 1,9)


Paranoid Park | Gus Van Saint

Paranoid Park do Gus Van Sant é não somente mais uma tentativa do cineasta em mostrar o mundo adolescente, mas um dos mais belos filmes a explorar as outras dimensões desse mundo (em qualquer sentido de “dimensões”).”
Milton do Prado | O Olho de Hochelaga

Ranking Do Ano (**)
1 (–) A Espiã | Paul Verhoeven - Jan - 8,30
2 (–) 4 Meses, 3 Semanas E 2 Dias | Cristian Mungiu - Jan - 7,95
3 (–) Paranoid Park | Gus Van Saint - Jan - 7,93
4 (–) Desejo E Reparação | Joe Wright - Jan - 7,50
5 (–) Eu Sou A Lenda | Francis Lawrence - Jan - 6,74
6 (–) O Gângster | Ridley Scott - Jan - 6,30
7 (–) Coisas Que Perdemos Pelo Caminho | Susanne Bier - Jan - 6,13
8 (–) O Signo Da Cidade | Carlos Alberto Riccelli - Jan - 5,81
9 (–) O Diário De Uma Babá | Shari Springer Berman - Jan - 5,64
10 (–) O Suspeito | Gavin Hood - Jan - 5,44

*POSIÇÃO (POSIÇÃO NO ANO) FILME | Diretor - Nota
**POSIÇÃO ATUAL (POSIÇÃO ANTERIOR) FILME | Diretor - mês de Lançamento - Nota

O McF é composto por Marfil, Christopher Faust e Filipe Furtado.

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Março 18, 2008

RANKING DE DEZEMBRO DE 2007

Antes de mais nada, deixo meus pedidos públicos pelo atraso no ranking. Sem mais delongas:

filme do mês
Estamos Bem Mesmo Sem Você
, de Kim Rossi Stuart
média 8,39; 9 votos.

02 (7,9 8) Império dos Sonhos, de David Lynch (32)
03 (7,97) Em Paris, de Christophe Honoré (17)
04 (7,13) Novo Mundo, de Emmanuelle Crialese (15)
————– O Sobrevivente, de Werner Herzog (15)
06 (6,61) Conduta de Risco, de Tony Gilroy (19)
07 ( 6,40) A Desconhecida, de Giuseppe Tornatore (10)
08 (6,37) Encantada, de Kevin Lima (13)
09 (6,19) Bee Movie – A História de uma Abelha, de Steve Hickner e Simon J. Smith (13)
10 (5,6 8) Um Amor Jovem, de Ethan Hawke (14)
11 (5,62) Across the Universe, de Julie Taymor (13)
12 (5,50) 30 Dias de Noite, de David Slade (10)
13 (5,42) Sombras de Goya, de Mios Forman (13)
14 (5,41) A Bússola de Ouro, de Chris Weitz (12)
15 (5,00) 1408, de Mikael Håfström (10)
16 (3,79) O Amor nos Tempos do Cólera, de Mike Newell (14)

filmes com menos de 8 votos:

3 Efes (4 votos; média de 4,88), Armênia (6 votos; 2,08), Conversas com Meu Jardineiro (2 votos; 6,75), O Engenho de Zé Lins (6 votos; 6,92), Gigante – Como o Inter Conquistou o Mundo (2 votos; 7,25), Hitman – Assassino 47 (3 votos; 5,83), O Livro das Revelações (3 votos; 3,67), As Mãos (1 voto; 5,5), A Noiva Perfeita (2 votos; 3,25), PQD (3 votos; 6,33), Remissão (1 voto; 0), Santos e Demônios (6 votos; 5,83).

filmes que não receberam voto:

Ao Lado da Pianista, Xuxa em Sonho de Menina.

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Março 3, 2008

Alfred 2007: filme do ano

1 Jogo de Cena | Eduardo Coutinho (12 votos)
2 Medos Privados em Lugares Públicos | Alain Resnais (11)
3 Império dos Sonhos | David Lynch (9)
3 Maria | Abel Ferrara (9)
5 Zodíaco | David Fincher (7)

Brancos e nulos: 1.

Alfred 2007: direção

1 Alain Resnais | Medos Privados em Lugares Públicos (14 votos)
2 David Lynch | Império dos Sonhos (12)
3 David Fincher | Zodíaco (10)
4 Abel Ferrara | Maria (7)
5 Clint Eastwood | Cartas de Iwo Jima (6)

Alfred 2007: atriz

1 Laura Dern | Império dos Sonhos (15 votos)
2 Marion Cottilard | Piaf (12)
3 Helen Mirren | A Rainha (10)
4 Ashley Judd | Possuídos (7)
5 Marina Hinds | Lady Chatterley (5)

Alfred 2007: filme brasileiro

1 Jogo de Cena | Eduardo Coutinho (17 votos)
2 Tropa de Elite | José Padilha (12)
3 Cão Sem Dono | Beto Brant e Renato Ciasca (10)
4 Santiago | João Moreira Salles (6)
5 Saneamento Básico | Jorge Furtado (2)

Brancos e nulos: 2.

Alfred 2007: cena do ano

1 O Hospedeiro | O primeiro ataque do monstro (13)
1 Ratatouille | O flashback do crítico culinário (13)
3 Os Donos da Noite | A perseguição na chuva (9)
4 Maria | A cabine de projeção ( 8)
5 Medos Privados em Lugares Públicos | Neve sobre a mesa (6)

Alfred 2007: fotografia

1 Zodíaco | Harris Savides (14 votos)
2 O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford | Roger Deakins (11)
3 Cartas de Iwo Jima | Tom Stern (10)
4 Lady Chatterley | Julien Hirsch (9)
5 Em Busca da Vida | Lik Wai Yu (5)

Alfred 2007: pior filme

1 Babel | Alejandro Gonzalez Iñarritu (11 votos)
2 Motoqueiro Fantasma | Mark Steven Johnson (10)
3 Baixio das Bestas | Cláudio Assis ( 8)
4 300 | Zack Snyder ( 8)
5 Número 23 | Joel Schumacher (7)

Brancos e nulos: 5.

Alfred 2007: roteiro adaptado

1 Zodíaco | James Vanderbilt (17 votos)
baseado no livro de Robert Graysmith
2 Medos Privados em Lugares Públicos | Jean-Michel Ribes (13)
baseado na peça de Alan Ayckbourn
3 Cão Sem Dono | Marçal Aquino, Beto Brant e Renato Ciasca (9)
baseado no livro de Daniel Galera
4 Lady Chatterley | Roger Bohbot e Pascale Ferran (7)
baseado no livro de D. H. Lawrence
5 Possuídos | Tracy Letts (3)
baeado na peça de Tracy Letts

Alfred 2007: atriz coadjuvante

1 Sabine Azèma | Medos Privados em Lugares Públicos (14 votos)
2 Juliette Binoche | Maria (13)
3 Cate Blanchett | Notas sobre um Escândalo (10)
4 Imelda Staunton | Harry Potter e a Ordem da Fênix (7)
5 Eva Mendes | Os Donos da Noite (5)

Alfred 2007: filme de estréia

1 A Vida dos Outros | Florian von Donnersmarck (12 votos)
2 Conduta de Risco | Tony Gilroy (9)
3 Estamos Bem Mesmo Sem Você | Kim Rossi Stuart ( 8)
3 Não por Acaso | Philippe Barcinski ( 8)
5 Ponte para Terabítia | Gaspar Csupo (7)

Brancos e nulos: 5.

Alfred 2007: trilha sonora

1 Ratatouille | Michael Giacchino (17 votos)
2 A Conquista da Honra | Clint Eastwood (10)
3 O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford | Nick Cave e Warren Ellis (7)
3 O Hospedeiro | Lee Byung-woo (7)
4 Notas sobre um Escândalo | Philip Glass (6)

Brancos e nulos: 2.

Alfred 2007: efeitos visuais

1 O Hospedeiro (22 votos)
2 Transformers (13)
3 Planeta Terror (6)
4 300 (5)
5 Homem-Aranha 3 (3)

Alfred 2007: ator coadjuvante

1 Robert Downey Jr. | Zodíaco (22 votos)
2 Forrest Whitaker | O Último Rei da Escócia (10)
3 Matthew Modine | Maria (9)
4 Robert Duvall | Os Donos da Noite (6)
5 Chris Cooper | Quebra de Sigilo (1)

Brancos e nulos: 1

Alfred 2007: montagem


1 O Ultimato Bourne | Christopher Rouse (14 votos)
1 Zodíaco | Angus Wall (14 votos)
3 Jogo de Cena | Jordana Berg (13)
4 Tropa de Elite | Daniel Rezende (5)
5 Os Donos da Noite | John Axelrad (3)

Alfred 2007: canção

1 Letra e Música | PoP! Goes My Heart (17 votos)
autor, A. Blakemore e Alanna Vicente; intérprete, Hugh Grant
2 Em Paris | Avant la Haine (9)
autor, Alex Beaupin; intérpretes, Romain Duris e Joanna Preiss
3 Ratatouille | Le Festin (7)
autor, Michael Giacchino; intérprete, Camille
4 Garçonete | Baby Don’t You Cry (6)
autor, Andrew Hollander e Adrienne Shelly; intérprete, Quincy Coleman
5 Borat | O Kazhaksthan (5)
autor, Erran Baron Cohen; intérprete, Erran Baron Cohen

Brancos e nulos: 5.

Alfred 2007: elenco

1 Medos Privados em Lugares Públicos (24 votos)
2 Zodíaco (11)
3 Os Donos da Noite (6)
3 Viagem a Darjeeling (6)
4 Maria (2)

Alfred 2007: som

1 Império dos Sonhos (15 votos)
2 Cartas de Iwo Jima (13)
3 Transformers ( 8)
4 O Ultimato Bourne (7)
5 A Conquista da Honra (5)

Brancos e nulos: 1.

Alfred 2007: roteiro original

1 Maria | Abel Ferrara, Mario Isabella e Simone Lageoles (13 votos)
2 Os Donos da Noite | James Gray (11)
3 Ratatouille | Brad Bird (9)
4 Em Paris | Christophe Honoré ( 8)
4 O Hospedeiro | Bong Joon-ho, Baek Chul-hyun e Jun-won Ha ( 8)

Alfred 2007: direção de arte

1 Maria Antonieta (26 votos)
desenho de produção, K.K.Barrett; figurinos, Milena Canonero
2 Medos Privados em Lugares Públicos (7)
desenho de produção, Jacques Saulnier e Solnage Zeltoun; figurinos, Jackie Budin
2 Viagem a Darjeeling (7)
desenho de produção, Mark Friedberg; figurinos, Milena Canonero
4 Zodíaco (5)
desenho de produção, Donald Graham Burt; figurinos, Casey Storm
5 Lady Chatterley (4)
desenho de produção, François-Renaud Labarthe; figurinos, Marie-Claude Altlot

Alfred 2007: ator

1 Wagner Moura | Tropa de Elite (17 votos)
2 Joaquin Phoenix | Os Donos da Noite (15)
3 Louis Garrel | Em Paris (9)
4 Selton Mello | O Cheiro do Ralo (5)
5 Mark Ruffalo | Zodíaco (3)

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Março 3, 2008

Boa noite. A Liga dos Blogues Cinematográficos tem o prazer de anunciar a quinta edição do maior prêmio de cinema da blogosfera brasileira. Começa agora o

Posted by: Liga dos Blogues Cinematográficos | Fevereiro 23, 2008

Alfred 2008: filme do ano

Império dos Sonhos | David Lynch
Jogo de Cena | Eduardo Coutinho
Maria | Abel Ferrara
Medos Privados em Lugares Públicos | Alain Resnais
Zodíaco | David Fincher

Alfred 2008: direção

Abel Ferrara | Maria
Alain Resnais | Medos Privados em Lugares Públicos
Clint Eastwood | Cartas de Iwo Jima
David Fincher | Zodíaco
David Lynch | Império dos Sonhos

Alfred 2008: ator

Joaquin Phoenix | Os Donos da Noite
Louis Garrel | Em Paris
Mark Ruffalo | Zodíaco
Selton Mello | O Cheiro do Ralo
Wagner Moura | Tropa de Elite

Alfred 2008: atriz

Ashley Judd | Possuídos
Helen Mirren | A Rainha
Laura Dern | Império dos Sonhos
Marina Hinds | Lady Chatterley
Marion Cottilard | Piaf

Alfred 2008: ator coadjuvante

Chris Cooper | Quebra de Sigilo
Forrest Whitaker | O Último Rei da Escócia
Matthew Modine | Maria
Robert Duvall | Os Donos da Noite
Robert Downey Jr. | Zodíaco

Alfred 2008: atriz coadjuvante

Cate Blanchett | Notas sobre um Escândalo
Eva Mendes | Os Donos da Noite
Imelda Staunton | Harry Potter e a Ordem da Fênix
Juliette Binoche | Maria
Sabine Azèma | Medos Privados em Lugares Públicos

Alfred 2008: elenco

Os Donos da Noite
Maria
Medos Privados em Lugares Públicos
Viagem a Darjeeling
Zodíaco

Alfred 2008: roteiro original

Os Donos da Noite | James Gray
Em Paris | Christophe Honoré
O Hospedeiro | Bong Joon-ho, Baek Chul-hyun e Jun-won Ha
Maria | Abel Ferrara, Mario Isabella e Simone Lageoles
Ratatouille | Brad Bird

Alfred 2008: roteiro adaptado

Cão Sem Dono | Marçal Aquino, Beto Brant e Renato Ciasca
baseado no livro de Daniel Galera
Lady Chatterley | Roger Bohbot e Pascale Ferran
baseado no livro de D. H. Lawrence
Medos Privados em Lugares Públicos | Jean-Michel Ribes
baseado na peça de Alan Ayckbourn
Possuídos | Tracy Letts
baeado na peça de Tracy Letts
Zodíaco | James Vanderbilt
baseado no livro de Robert Graysmith

Alfred 2008: cena do ano

Os Donos da Noite | A perseguição na chuva
O Hospedeiro | O primeiro ataque do monstro
Maria | A cabine de projeção
Medos Privados em Lugares Públicos | Neve sobre a mesa
Ratatouille | O flashback do crítico de cinema

Alfred 2008: filme de estréia

Conduta de Risco | Tony Gilroy
Estamos Bem Mesmo Sem Você | Kim Rossi Stuart
Não por Acaso | Philippe Barcinski
Ponte para Terabítia | Gaspar Csupo
A Vida dos Outros | Florian von Donnersmarck

Alfred 2008: filme brasileiro

Cão Sem Dono | Beto Brant e Renato Ciasca
Jogo de Cena | Eduardo Coutinho
Saneamento Básico | Jorge Furtado
Santiago | João Moreira Salles
Tropa de Elite | José Padilha

Alfred 2008: fotografia

O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford | Roger Deakins
Cartas de Iwo Jima | Tom Stern
Em Busca da Vida | Lik Wai Yu
Lady Chatterley | Julien Hirsch
Zodíaco | Harris Savides

Alfred 2008: montagem

Os Donos da Noite | John Axelrad
Jogo de Cena | Jordana Berg
Tropa de Elite | Daniel Rezende
O Ultimato Bourne | Christopher Rouse
Zodíaco | Angus Wall

Alfred 2008: direção de arte

Lady Chatterley
desenho de produção, François-Renaud Labarthe; figurinos, Marie-Claude Altlot
Maria Antonieta
desenho de produção, K.K.Barrett; figurinos, Milena Canonero
Medos Privados em Lugares Públicos
desenho de produção, Jacques Saulnier e Solnage Zeltoun; figurinos, Jackie Budin
Viagem a Darjeeling
desenho de produção, Mark Friedberg; figurinos, Milena Canonero
Zodíaco
desenho de produção, Donald Graham Burt; figurinos, Casey Storm

Alfred 2008: trilha sonora

O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford | Nick Cave e Warren Ellis
A Conquista da Honra | Clint Eastwood
O Hospedeiro | Lee Byung-woo
Notas sobre um Escândalo | Philip Glass
Ratatouille | Michael Giacchino

Alfred 2008: som

Cartas de Iwo Jima
A Conquista da Honra
Império dos Sonhos
O Ultimato Bourne
Transformers

Alfred 2008: canção

Borat | O Kazhaksthan
autor, Erran Baron Cohen; intérprete, Erran Baron Cohen
Em Paris | Avant la Haine
autor, Alex Beaupin; intérpretes, Romain Duris e Joanna Preiss
Garçonete | Baby Don’t You Cry
autor, Andrew Hollander e Adrienne Shelly; intérprete, Quincy Coleman
Letra e Música | PoP! Goes My Heart
autor, A. Blakemore e Alanna Vicente; intérprete, Hugh Grant
Ratatouille | Le Festin
autor, Michael Giacchino; intérprete, Camille

Alfred 2008: efeitos visuais

Homem-Aranha 3
O Hospedeiro
Planeta Terror
Transformers
300

Alfred 2008: pior filme

Babel | Alejandro Gonzalez Iñarritu
Baixio das Bestas | Cláudio Assis
Motoqueiro Fantasma | Mark Steven Johnson
Número 23 | Joel Schumacher
300 | Zack Snyder

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